quarta-feira, junho 25, 2008

"A man needs a little madness, or else he never dares to cut the rope and be free..."




"How simple a thing is happiness: a glass of wine, a roast chestnut, a wretched little brazier, the sound of the sea. All that is required to feel that here and now is happiness is a simple heart. "

more: http://www.youtube.com/watch?v=EUGlSfV3xJs

Ainda falando por parábolas (risos), ando aqui, lá em todos os lugares e em lugar algum, mas querem saber? Foda-se.
Não sei se a simplicidade ou a humildade são realmente um desculpa para incapacidade, mas para um coração mais tranquilo, por muitas vezes quase me entreguei a mediocridade de simplesmente aceitar e me resignar, isso só tem significado para mim possivelmente, encontrem o de vocês.

Para todos meus queridos.

I still speaking on parables (lol)
I'm here...
I'm there and in everywhere and in anywhere...
But if u really want understand me: Fuck up all.
I do not know if the simplicity and humility are really an excuse for failure, but for i have a calm heart I almost accept mediocrity and I could resign myself,
Excuse as always my bad english, possible it has meaning just to myself so find your meaning.

To all my queridos.

She

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postado por She Python * - 5 comentários
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sexta-feira, maio 09, 2008

Dos dias em que espero.

Eles se olharam mais uma vez naquela noite, foram sessenta e cinco anos juntos, um amor nascido na época das proibições, das imposições, da distância oceânica, das mortes subitas e sem explições, depois daquela noite de 15 de Setembro de 2000 ela nunca mais foi sua, o tempo tomou conta de seus dias.
Hoje ele chorava ao telefone sua voz era velha e cansada, não dava para reconhecer se era um homem ou uma mulher, mas ele chorava, sessenta e cinco anos prolongados por medicamentos.
Ela não o reconhecia mais, ele não sabia se lhe doiam as escaras, não sabia se fazia diferença dizer "eu te amo" todos os momentos que via seus olhos azuis que ainda guardavam o frescor de sua juventude.
Ambos não tinham mais os dentes, tremia ao querer fazer qualquer movimento mais refinado, das fotografias tiradas em belas viajens a negócios ele tirava uma estranha paz misturada com o sentimento de injustiça, ele não tinha fé, era o desespero que eu ouvia naquele momento, ele chorava, em desespero me confessou que queria asfixiá-la enquanto dormia, depois mais calmo confessou que queria que seu coração parasse de bater delicadamente, mas que ele não poderia, por mais que não soubesse o porquê acabar com aquilo tudo, ele sempre a protegeu, ele foi o primeiro e único homem de sua vida e que por mais tivesse encontrado prazer entre pernas de belas prostitutas e amantes foi naqueles olhos que encontrou todas as respostas de sua existência e naqueles lábios a textura do amor.
Parou de chorar e pediu que enviasse a listagem de medicamentos e as fraldas geriátricas.
Em silêncio ouviu:
- O senhor ainda vai encontrá-la e ela o reconhecerá.
Depois de mais um breve silêncio ele disse:
- É o que eu quero acreditar e assim espero, que horas o entregador me entrega tudo doutora?
-Ás dez está bom para o senhor?
-Sim está... Mas...
-Não se preocupe, acertamos quando puder pagar, não se preocupe.
-Ótimo então doutora, eu peço dinheiro emprestado para meu irmão e mais tarde acertamos.
-Sem pressa...
-Obrigada doutora. E desligou o telefone antes do adeus.
Eu que agradeço meu senhor, eu que agradeço, suspirei e voltei a minha rotina.

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postado por She Python * - 3 comentários
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domingo, setembro 02, 2007

Acervo Arthur Wischral - Documentos de Um Olhar...

“O Acervo Arthur Wischral: Documentos de um Olhar”...

LOCAL:no Memorial de Curitiba, foi prorrogada até o dia 16 de setembro.

A mostra apresenta parte da coleção de imagens históricas sobre o Paraná, produzidas em chapas de vidro por Arthur Wischral, um dos pioneiros da fotografia documental.

A exposição, patrocinada pelas empresas Sal Diana e Perkons, por meio da Lei Rouanet, resulta de um longo trabalho de recuperação desses negativos, que vem sendo realizado pela Diretoria de Patrimônio Histórico da FCC desde 1999.

A coleção de negativos em chapas de vidro de Arthur Wischral é uma das mais importantes do acervo da Fundação Cultural de Curitiba. Composto por 6.750 chapas e 170 fragmentos, o conjunto documenta o desenvolvimento do interior do Estado e principalmente o processo urbanístico de Curitiba entre as décadas de 1910 e 1964.
Memorial de Curitiba – R. Claudino dos Santos, 79 Setor Histórico.

Até 16 de setembro de 2007

VISITE: de terça a sexta-feira, da 9h às 12h e das 13h às 18h; sábados e domingos, das 9h às 15h.
Entrada franca!!!

Foi uma feliz descoberta... esse fotógrafo ia além do olhar do registro histórico... esse blábláblá aí de cima é para posicionar... o que vi foi de uma delicadeza extrema de uma perspectiva que ia além do registro histórico... muito bom... vá com pelo menos uma hora para gastar vendo... é no mínimo um registro que dá contra-ponto para nossa realidade. Nosso Paraná foi feito com sangue, suor e pelo o que eu vi sorrisos que demonstram muita esperança.

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postado por She Python * - 9 comentários
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terça-feira, julho 10, 2007

Vivida...

Apesar de a porcaria de um documento ter desaparecido... lá vai eu me aventurar em lugares mais pequenos ainda que minha cidade natal...

Acho que uma família poderá voltar a sorrir... nada que uma conversa e um bom vinho não resolvam... claro teremos lágrimas no ínterim e talvez dois caminhos para seguir... o da separação ou o da conciliação... huhuuuuuuu tomara que role um fight sexual, pelo menos...

Estou tristezinha pois estou esperando uma resposta, uma visita ou um telefonema... mas cada coisa em sua hora... sou abençoada por eu ter quem eu tenho do meu lado... meus amigos são minhas preciosidade...

Sinto falta de minha avó, não lembro dela, ela faleceu quando eu tinha dois anos de idade, mas a cada irmã dela que reencontro, cada foto que vejo, desperta em mim algo muito especial, que se chama saudade, saudade de quem nem conheci direito... mas amo muito... muito... muito...

Meu pai conseguiu estragar um pouco as coisas as always... mas amo ele... cada um com suas limitações e desafios de evolução...

Como o tempo passa, a gente vê que a gente fica velho em relação aos outros, óbvio né? ohohohohoh... mas o óbvio dói sometimes...

Lembrei da minha amoreira... será que todos os grandes escritores tinham árvores preferidas (não que eu seja uma grande escritora)... será que todos os grandes escritores faziam troca-troca... (não, eu não tenho nada pra trocar)... dúvidas...

Outra coisa interessante de voltar a lugares de sua infância, sempre era tudo mais lindo e especial e incrivelmente maior e melhor... esse negócio de perspectiva assusta... os olhos de uma criança percebem o mundo maior e melhor... mesmo que não seja... ou não também...

(Chegando em Coronel Vivida)

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postado por She Python * - 8 comentários
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domingo, julho 08, 2007

Chegando voltando retornando lembrando...

para variar saímos correndo o despertador não despertou kkkkk...
chegamos em entre rios... uma colônia agrícola germânica...
chegamos em Coronel Vivida... sudoeste do Paraná... Brasil... cidade onde nasci... cheguei na casa dos meus... o cheiro continua o mesmo... foi como voltar para minha infância... a casa já havia mudado e muito desde minha última visita... mas bem que poderia escrever memórias de uma menina pessimamente comportada... ohohohoh... alilás... esquece...
bem... amanhã será melhor... estou confusa... só para variar um pouco... sinto que poderia achar várias soluções... mas tudo seria mais fácil se houvesse amor...
mas a mesa com a italianada berrando e jantando foi simplesmente especial... agora eu com minha filha... mas sempre me sentindo uma menina...

(Chegando em Guarapuava)

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sábado, julho 07, 2007

Expectativa

Então...
Amanhã estarei indo até Entre Rios uma pequena colônia agrícola perto de Guarapuava, Paraná, é lá onde mora minha irmã e sua família, é a primeira vez que vou até lá, pois por motivos particulares nunca deu certo... mas agora irei e verei onde ela mora... eles possuem uma vida abençoada, linda minha sobrinha já fala alemão muito bem... e é bem engraçado um descendente de italianos com sotaque alemão... kkkkkk
Pegaremos a estrada cedo... minha mãe irá dirigir e eu claro serei a "coco-pilota"... ela não confia em mim na estrada pela minha inexperiência e para falar a verdade eu nem quero... quero tirar fotos, ler e pensar na vida...
Fico pensando quem encontrarei... se os meus estão velhos... sete anos sem voltar... espero que todos estejam bem e felizes, meu coração enche de emoção e um pouco de receio pelo o que posso encontrar.
Estou com saudades de meu egípcio querido, mas cheia de carinho e atenções de meus amigos... ás vezes penso se mereço tanto, mas aceito e agradeço.

(Leaving Curitiba)

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postado por She Python * - 6 comentários
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Sou uma mulher comum.

Seja bem vindo ao meu existir.

She


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